CADEIRA 23

FUNDADOR

PATRONO

SUCESSOR

Nasceu em 25 de setembro de 1873, em Guarapuava — Paraná, e faleceu em 1959, em Curitiba - Paraná. 

Filho de Pedro Alves da Rocha Loures e de Francisca de Paula Camargo Loures.

Já de posse do diploma primário, transferiu-se para Curitiba, matriculando-se no Colégio Partenon Paranaense, a fim de cursar humanidades.

 

Em 1888, passou a estudar no Colégio Arthur Loyola. De 1890 a 1894, cursou Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade de Direito de São Paulo.

Logo após sua formatura, filiou-se ao partido político em oposição ao Governo de Estado, em diversas legislaturas. No governo revolucionário de 1894 ocupou cargo de Promotor Público da Capital do Estado.

Em 27 de Abril de 1899, casou-se com D. Etelvina Rebello de Camargo com quem teve os filhos, Dr. Arnaldo, D. Eleonora, Affonso, Emy, Pedro Alípio, José Affonso, Flora, Paulo Affonso, Fernando Affonso e Mario Affonso.

Em 1908, fez parte da Combinação Política que fundou o Partido da Coligação Paranaense. Foi eleito sucessivamente Vice-Presidente do Estado nos quatriênios de 1908-1912 e 1912-1916, e Presidente de Estado de 1916-1920. Em 20 de outubro de 1916, foi assinado, na capital da República perante o Presidente da República Wenceslau Braz e demais representantes dos Poderes Legislativos e Executivos do País, a solução da secular questão de limites com o vizinho Estado de Santa Catarina, a pacificação do Sul do País, fato considerado o mais importante no seu governo.

Criou a Escola de Agronomia, deu maior incentivo à cultura do trigo e continuidade à construção da Rodovia Curitiba - Foz do Iguaçu.

No ano de 1921 foi eleito e reconhecido Deputado federal, escolhido líder da bancada paranaense, e eleito 1° Vice-Presidente da Câmara dos Deputados. Em 20 de Agosto de 1922, foi eleito Senador.

Em 1928, retornou ao Governo do Estado, iniciou a construção do ramal ferroviário de Guarapuava, incentivou a exploração da área cafeeira do Paraná e a sua colonização, fundou a granja modelo do Canguiri, iniciou a construção da Estrada da Ribeira, criou o Banco do Estado do Paraná, a Bolsa de Títulos e Valores e uma Câmara Sindical entre outros projetos, não concluindo o mandato em virtude da Revolução de 1930.

No ano posterior, reassumiu a cátedra de Direito Civil na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, da qual foi também diretor, e permanecendo à frente de seus alunos até a sua aposentadoria.

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